Como você quer fazer compras no shopping daqui 10 anos?

Step-9

 

Desafio 02Encerrado
Como você quer fazer compras no shopping daqui 10 anos?
Já sabemos que o futuro nos aguarda com tecnologias incríveis e disruptivas. O que precisamos descobrir agora é como será nosso comportamento frente a tantas mudanças. Com o objetivo de iniciar hoje a concepção e construção do shopping do futuro, perguntamos como você fará compras no shopping daqui a 10 anos. Será que vão existir esteiras rolantes para facilitar o deslocamento entre as lojas? Será que as lojas terão vendedores? Como serão os banheiros? Será que os seguranças serão robôs??
Se você conhece ou domina alguma tecnologia ainda pouco conhecida, pode comentar aqui. A partir das soluções comentadas e discutidas, desejamos estudar a viabilidade de pequenas iniciativas no presente que possam gerar um grande impacto a longo prazo.
Desafio 02Encerrado
Step-9 pergunta editada
1
rivakran

Acredito que a possibilidade da compra física e virtual vão coexistir por muito tempo e isso me agrada dependendo da necessidade e do momento. Uma mudança que imagino seria na praça de alimentação, com a possibilidade de fazermos pedidos digitais a caminho do shopping para chegar e evitar aquelas filas enooooormes!Minha família tem um perfil de alimentação que muda muito pouco quando vamos ao Passeio e pedir isso online me agradaria. As lanchonetes teriam as senhas físicas e as virtuais, informando inclusive o tempo de espera na fila virtual. Talvez um passaporte para os serviços do shopping fosse uma boa ideia, com ele poderíamos acessar os serviços de diversão, alimentação e cinema e realizar o pagamento virtual antes, ou ao final do passeio (como é feito em alguns clubes).

Imagino, como já foi dito em outra sugestão, áreas de convivência com mais bancos, mais luz natural, opções de descanso. Em alguns momentos só queremos parar um pouco e descansar, para retomar as energias. Ao fornecer isso de forma gratuita para o consumidor, a empresa proporciona um espaço de convivência mais acolhedor e que respeite o ritmo das pessoas. Recentemente uma instalação do Lucão no shopping me trouxe essa sensação de parar e contemplar um pouco. Uma pausa na correria.

rivakran respondeu
0
aaltairjr

a alguns anos atras, me lembro de assistir ao discovery channel a uma reportagem sobre tecnologia e foi falado sobre um supermercado que há época era referencia mundial de tecnologia, pois utilizava um tablet customizado para encaixar ao carrinho de compras e ao selecionar o item do tablet, o mesmo sincronizava com o servidor e lhe dizia a localização deste, mas que isso, ele ainda desenhava uma linha colorida no chão a frente do seu carrinho ate o local que estaria o item que você deseja. pesquisei rapidamente mas os resultados que achei não foram o qual eu buscava, enfim, achei um supermercado que chega a utilizar realidade aumenta e mais a recente tecnologia de projeção para agradar os olhos do cliente (devo admitir que adorei o visual e com certeza me empolgaria um pouquinho mais comprando e não pensaria na ida ao supermercado como somente uma obrigação como vejo hoje). voltando ao shopping, vejo que poderia ser feito um tablet/smartphone/palm personalizado, o qual seria tanto o ticket de estacionamento do veiculo como o guia pessoal dentro do shopping. a ideia de piso luminoso comentada antes, não acho que seria boa a um shopping primeiro pelo fluxo de gente e segundo é que seria mais interessante que as pessoas olhassem as vitrines, deste modo por exemplo

na imagem a cima, vemos algumas lojas de um shopping, claro que nem sempre são assim padronizadas, mas em geral todas tem um espaço acima da loja quer seja para colocar o nome da loja, marca ou decoração, e seria nestes espaços que penso ser possível a implantação de algo, poderiam ser mesmo que leds RGB, de maneira a sobreposição destes em camadas poderiam ser moldadas a padronizar uma escrita do gênero (345 –>>  ou <<– 682) algo simples, criativo e funcional, que faria as pessoas olharem para a direção das vitrines (pois ninguém vai ficar totalmente com a cabeça pra cima! a menos que os corredores sejam muito pequenos) e fossem se deslocando pelo destino acompanhando a pessoa pelo gps do aparelho.

os números do exemplo 345 e 682 seriam os números dos códigos únicos de dispositivo, de modo que o motorista recebesse-os ao chegar (como o cartãozinho de estacionamento) e devesse devolve-los ao sair.

e também seria uma ótima maneira de fazer solicitação de ajuda a um veiculo que ficou mal estacionado ou em vaga que não deveria ou mesmo uma criança perdida no shopping, casos que devem ser usados sistemas de som do shopping, e pessoas com dificuldade auditiva, agora poderiam contar com recurso visual.

seria multifuncional a 1000, seria cartão de estacionamento, guia da compras, guia de lojas, guia de eventos, poderia entrar em contato ou solicitar ajuda da administradora do shopping a um click. e mais, muitas pessoas preferem por segurança utilizar hoje cartão de credito/debito, por que não integra-lo também? o paypal possibilita o pagamento de dispositivos vinculados a conta com pré aprovação garantida ou seja, você depois de receber seu dispositivo, loga ele na sua conta paypal, deixa pagamentos naquele dispositivo pré aprovado e pronto, pode deixar a carteira no carro e ir com segurança fazer seu passeio pelo sopping com total segurança e mais, se saiu do shopping, devolveu o dispositivo e esqueceu de remover a aprovação do dispositivo, é so logar na sua conta paypal e fazer pela plataforma deles, fácil como no netflix para desconectar de dispositivos.

 

PS. os dispositivos sugeridos a cima deverão estar conectados a wifi segura própria para o uso de tais equipamentos, ou seja, uma rede wifi exclusiva a utilizadores de tais plataformas.

aaltairjr comentado
1
Wilson

Gostei muito das ideias, bem inovadoras.

No meu caso entendo que a facilidade no deslocamento interno do shopping, como esteiras rolantes seria bem interessante.

Além disso, a ideia de totens de compras nos corredores facilitaria e agilizaria. Quando quiser fazer as compras com calma poderíamos entrar nas lojas, mas em caso de pressa os totens ajudariam muito.

Abs,

Wilson

Wilson respondeu
0
Leandro Ferreira

na minha opinião, a tecnologia vai ajudar em alguns itens e talz, mas na boa, a experiencia de estar dentro do shopping e entrar na loja que quiser, comprar aquilo que quiser e ser impactado pela vitrine, etc, não muda…. não vejo shopping robotizado.. consumidor que quiser algo robotizado compra pelo e-commerce…..(e podera até retirar no shopping)…. mas o varejão não morre…

Fiz essa pergunta para o meu filho Felipe de 7 anos, ele respondeu o seguinte.. “pai, shopping tem q ter lojas que pode entrar e testar as coisas antes de comprar pra ver se é maneiro..” … eu concordo com ele. 🙂

Step-9 comentado
0
Williand10

Acredito quem 10 anos, a tecnologia estará tão presente que terei o desejo de um ambiente familiar para poder conviver com meus amigos e família, já que estaremos fartos das compras virtuais, estaremos além da necessidade de comprar e passando para o prazer de ter comunicação com as pessoas!

Williand10 respondeu
1
marianapellicciari

Como eu já deixei de colocar a compra em primeiro lugar na minha vida e tenho valorizado cada vez mais o acesso e não a posse, tenho optado cada vez mais por opções que facilitem o compartilhamento de coisas e não a compra. Por isso, acredito que não daqui há 10 anos, mas em muito menos tempo, as estruturas gigantes dos shoppings possam se transformar neste ambiente. Não mais shopping e sim sharing centers. Já temos coisas demais prontas no mundo. O contínuo aumento do número de ambientes que tem como métrica de sucesso somente o aumento de vendas não é benéfico para os melhor aproveitamento dos recursos naturais que precisamos tanto cuidar.

Também acredito que assim o tipo de interação dentro desses espaços se enriqueceria muito mais. Onde na maioria das vezes hoje em dia interagimos somente através da compra e em diálogos que não vão além do método de pagamento, poderíamos ter conversas muito mais significativas e uma convivência em comunidade que nos faça sentir mais seguros e menos ansiosos.

marianapellicciari respondeu
-2
Roberto Foltran

bom seria não existirem shoppings no futuro.
de segregação espacial e social já estamos cheios no presente.

espero que no futuro a internet domine de vez e extinga os shoppings.

Devemos trabalhar para a convivência urbana plena.

Shopping são nada mais que centralizadores e geradores de bolhas sociais.

Ambientes socialmente homogêneos, concentram um viver ilusório e segregacionista.

As ruas estão aí e é nelas que a vivência real deve ocorrer.

Não em ambientes artificiais com ar condicionado e público específico.

Roberto Foltran respondeu
1
Paloma Gomes

Compras ao estilo Loja do Futuro: https://www.youtube.com/watch?v=Q-kFTSZboo0

🙂

Paloma Gomes comentado
1
frederico

Bom dia,

O ser humano, num futuro mais próximo, tenderá a ganhar tempo para viver a liberdade e usufruir cada vez mais os louros conquistados. E as tendências serão, a utilização do 3D, ou máquina virtual onde, existirá a prática de ver uma cor de cabelo sem pintar, ou como será o caimento de uma roupa sem ter que vestí-la, ou um sapato. Uma vida fora totalmente das agências bancárias, tudo ao alcance de um pensamento “de outros” (você terá alguém que se preocupe com tudo em relação a obrigações). A automatização se fará cada vez mais presente. A segurança dos shoppings deverá ser reforçada cada vez mais, porque será fundamental, pois as pessoas procurarão esses lugares para divertimento pessoal, em grupo ou familiar. O jovem conseguirá, cada vez mais cedo, recursos financeiros para suprir suas necessidades. Com aplicação imediata para seu bem prazer. Os adultos e terceira idade, aproveitarão mais o tempo e recursos conquistados. A necessidade de novas tecnologias que permitam essa liberdade e disponibilidade se farão obrigatórias. E a disputa pelo cliente, deverá estar aliada a bons produtos práticos, facilidade no acesso e custo/benefício adequado. Facilidade será o mote do futuro. Em todos os sentidos. O cliente precisará e exigirá qualidade e agilidade para poder ter tempo de usar seu tempo.

frederico respondeu
1
ivobrasil

Agora mesmo vim do Shopping. Fui só com o objetivo de realizar a compra de dois produtos.
Pra isso é tempo gasto de deslocamento, de estacionamento lotado em dia de muita gente.
Havendo serviço de delivery, eu faria uso com certeza. Selecionaria a loja, os produtos e aguardaria em casa. Simples como pedir uma pizza delivery pelo app iF….
Claro que há dias que passear, ir ao cinema ou mesmo realizar negócios, vale a pena o deslocamento.

ivobrasil respondeu
2
Lemalibo

Sinceramente o modelo atual me agrada e não gostaria que sofresse muitas alterações, pois proporciona uma interação física e real, além de momentos de descontração, de lazer e a oportunidade de se ver pessoas.

Logicamente há o que pode ser melhorado com a inclusão e melhoria de serviços como o aplicativo sugerido no desafio anterior.

O passeio no shoping é algo cultural e arraigado nas tradições das famílias, por isso vejo a essência de mantê-lo no mesmo padrão e formato.

Step-9 comentado
0
Speto

Mesmo caso anterior, onde as compras seriam efetuadas pelo aplicativo do Shopping, onde nos informaria promoções e descontos todas as compras seriam direcionadas no local onde estivesse do shopping

Speto respondeu
0
Escossiojr

Daqui a 10 anos eu não quero mais ir a shoppings comprar produtos como roupas, calçados, perfumes e eletrônicos. Acredito que tudo isso deve ser substituído pelas compras virtuais e delivery. Apenas as compras emergências como presentes e lembranças.

Quero ir a estes locais para serviços, lazer e entretenimento. (bares, restaurantes, cinema, teatro, cabeleireiro, laboratórios e academias por conta da segurança e estacionamento)

Step-9 comentado
0
Danilo Rodrigues Lopes

Acredito muito na fusão da loja física com e-commerce, irá diminuir muito a frustração no atendimento facilitando cada vez mais a compra através de app.

Step-9 comentado
3
Antonio Augusto Eloy

Sem dúvidas o uso da tecnologia será cada vez mais presentes dentro dos empreendimentos, transformando o online e o off-line em ações de experimentação constante. Vejo transformação já acontecendo no sentido das lojas pop up como ponto de encontro para degustação de serviços/produtos, sendo extensão da compra.

Produtos/marcas utilizando lojas conceituais para teste de produtos e como extensão de serviços extras que poderão ser degustados em pontos específicos.

A presença de espaços compartilhados para encontros, reuniões com estrutura de alta tecnologia de acesso a internet, a disposição de clientes que tem perfil de “usarem” o equipamento shopping center como apoio ao lazer/entretenimento/trabalho, numa prática de compartilhamento colaborativo. Nesses locais tendem a atender novos públicos, fora de ambientes de escritórios fechados, numa condição de socialização e geração de fluxo ao shopping.

Uso de corredores/tapumes/vitrines com tecnologia de realidade avançada, manequins virtuais que possam interagir com clientes, mesmo em pontos em que a loja não esta presente fisicamente, fazendo de “iscas” em corredores/banheiros/praça de alimentação.

A personalização/customização nos serviços de acordo com o perfil de compras do cliente, tende a ter um efeito muito mais segmentado, por exemplo: cliente que só estaciona no VIP (desde a cancela), já ser identificado antes mesmo de sair do carro, sendo recebido por uma “Relações Públicas” do shopping, orientando sobre novidades, já encaminhando seu veiculo no tempo do passeio para uma lavagem, oferecendo ofertas via tecnologia dos smartphones…

Espaços que possuem uso do delivery como forma de economia do tempo em shopping, ou pedidos via online para agilizar a compra dentro do próprio shopping, isso muito mais para pedidos em praça de alimentação, por exemplo.

Aplicativo que sinalize as lojas que tenho interesse dentro do shopping e que seja compartilhado no passeio ao shopping, quais lojas de minha preferencia estão com ofertas exclusivas.

Antonio Augusto Eloy respondeu
1
sandrarojas

Entendo que o Shopping tem como principal função a conveniência. São praticamente as mesmas pessoas que o usam com frequência…mas precisa melhorar:

  • Segurança é ponto crucial
  • Arquitetura: os espaços não são convidativos…precisa ser mais agregador e aconchegante…luz natural, alamedas, espaço aberto…
  • O mapa das lojas deveria acompanhar uma lógica por categoria..feminino, masculino, esportes, etc..e essa lógica ter uma identidade visual, auditiva e olfativa – mexer com os sentidos.
  • Estacionamentos ventilados e com sensores de presença – jã existem, mas em poucos shoppings
  • Área de entretenimento para pais poderem deixar tranquilos seus filhos enquanto fazem compras e centros de atividades para jovens adolescentes ( já que ficam sentados por horas pelo shopping)
  • Receber pelo celular todas as promoções de lojas daquele dia, ao entrar no shopping
  • Mais serviços: postos de PoupaTempo, DETRAN, mapas interativos dos transportes da cidade, postos de venda de ingressos.com, shows, passagens aéreas, outros, SEMPRE.
  • Penso que essa experiência fideliza , reforçado pela conveniência .
sandrarojas respondeu
3
Thiago Lemos

Eu costumo acreditar que as coisas irão ultrapassar a barreira do mobile. Em 10 anos, as tecnologias mudarão e estarão ainda mais permeáveis. Se nossas casas estão ficando inteligentes, por quê não pensar num Shopping inteligente?

Gostaria de ver isso: eu adoraria que meu shopping ideal pensasse mais no que eu quero comprar. Acredito que eles deveriam pensar no que o seu consumidor compra e logo com isso, utilizar essa informação para ser mais assertivo: ao invés de dar opções de coisas para o cliente comprar, ele vai saber, através do comportamento do seu consumidor, o que realmente ele quer, o que precisa ou quando ele vai precisar.

Isso vai matar a ida aos shoppings? Não. No entanto, a convivência vai ser bastante amigável entre essas duas formas de compra.

Paulo Fernandes comentado
0
Barbara Silva

Daqui a 10 anos os shoppings poderiam trazer inovações principalmente relacionadas a estrutura. Tudo é sempre muito fechado! Não passamos menos de duas horas dentro de um shopping e normalmente, perdemos a noção se é dia, noite, se está chovendo, se está sol… No futuro os shoppings poderiam usar e abusar de placas de vidro. Por que não placas de energia solar?

A mobilidade dentro do shopping poderia mudar….e muiiiitooo! rs Tem shoppings que são enormes, que só para andar nele todo, aproveitando loja por loja, olhando às vitrines e tudo o que ele oferece não andamos menos de 1h. Pensa, 1h??! Exaustivo…só de pensar, muitas vezes desisto até de ir… Escadas rolantes por todo ele talvez ficaria muito estranho, mas…que tal esses carros?? São pequenos “bancos”, motorizados que permite que a pessoa sente e regule a velocidade e a direção apenas projetando o próprio corpo… Diversão garantida!

Attachments

shopping.jpg
Barbara Silva respondeu
0
PrilaCosta

Tudo poderia ser mais facil com um mapa digital nas mãos de onde estamos e para onde podemos ir. Gostaria tambem de mais variedades de produtos e menos lojas de filiais. Gosto de produtos exclusivos e unicos, estes serviços poderiam aumentar mais. Poderiam tambem estar agrupadas para facilitar a procura. Não sou muito adepta da compra online. Gosto deste conceito de entrar na loja, ver os produtos, experimentar etc….Para as crianças  tambem poderiam ter mais opçoes e mais acessibilidade com menores preços. A praça de alimentação teria outro formato  com as lojas separadas por tipo, facilitando a procura do que se deseja. Quanto aos cinemas gostaria de um novo conceito com almofadas ou puffs no lugar de cadeiras, ou uma maneira diferente de se assistir a filmes. E acho que cinema e boliche nao sao entretenimentos suficientes. Poderiam ter brinquedos para adultos(uma cama elastica e piscina de bolinhas gigantes por que nao?). Enfim, dez anos sao pouco para tantas mudanças, mas desejar não custa não é? Obrigado.

PrilaCosta respondeu
1
willgama

Começaria mudando a palavra “shopping” e depois mudaria todo o resto que vem atrás dela. Nos últimos anos contraí uma grande aversão ao formato “shopping”, quando entro neles só quero ver a hora de sair.
Não precisamos de mais lojas, até porque na internet a variedade e velocidade que elas se multiplicam é muito maior e com preços na grande maioria das vezes menor. Ok, shopping tem a ver com a experiência? Não vejo isso em 99% da minhas visitas a algum deles.

Para mim esses espaços poderiam ter um papel muito mais interessantes onde até poderia comprar algumas coisas, mas nunca seria o meu motivo de ir até ele. Deveria ter uma função social e proporcionar a conexão da comunidade de forma natural, ainda mais aqui no Brasil onde infelizmente os centros das cidades são abandonados e o lazer perde espaço para a bandidagem. Vejo esse problema como uma grande oportunidade para os donos de shoppings, que pensem um pouco além dos espaços de compra extremamente artificial que produzem hoje para encontrarem propostas realmente diferentes, não precisamos de mais lugares para comprar mas sim para exercer o nosso lado humano interativo. Esse é um dos melhores exemplos que vi nos últimos tempos, onde as coisas são integradas e ultrapassa o conceito shopping onde se cria um caixote e tenta enfiar gente lá para comprarem “sob pressão”. http://thehillsatvallco.com/
Na verdade a resposta é simples, voltar ao básico das relações e necessidades humanas. Agora, se isso é rentável para uma administradora de shoppings, isso já não sei responder, só sei dizer que eu já gostei de ir em shopping mas hoje já não me atrai nenhum pouco, prefiro valorizar o comércio local.

willgama comentado
4
Lays Moreira

Eu particularmente gostaria de sensores biométricos para experimentação de roupas. Os sensores seriam vestidos, eu definiria o tipo de roupa que eu desejaria e o sistema já me indicaria as lojas onde eu encontraria a peça do tamanho certo.

Outra coisa que eu gostaria de ver é a mudança de projeto arquitetônico nos shoppings, com preferência para espaços abertos, já que já existe tecnologia para proteção contra eventos climáticos sem necessidade de se fechar o recinto. Ambientes fechados, depois de algum tempo, tendem a se tornar opressores.

Outra coisa que precisa ser feita é a adoção de sensores de controle de vagas no estacionamento, para que não precisemos ficar rodando indefinidamente atrás de vagas.

Step-9 comentado
-1
marcelo

Muito legal as ideias postadas aqui… mas uma tendência nos últimos anos é o crescimento de redes sociais e e-commerce’s. Falando em e-commerce, tem se falado muito em MarketPlace e este ano iniciou um trabalho onde os lojistas online tem gerado a demanda de serem o próprio MarketPlace.

Pois bem, fiz essa breve introdução para dizer, que acredito que essas ilhas de vendas online, serão comuns nos próximos 4..5 anos, o que hoje é uma tecnologia utilizada por poucos (Americanas.com, MagazineLuiza, Walmart, etc.). Acredito que os shoppings não podem ficar pra traz nesta tendência e já ter as lojas que estão dentro do Shopping físico, com seu mix de produtos já dentro do MarketPlace do Shopping. Falando do Uberlandia Shopping, ter em seu site a possibilidade de comprar dos lojistas que estão nele inserido, através da internet!!! Tenho tal tecnologia (34 99172-6699 – Marcelo) e se tiverem interesse podemos falar mais sobre o assunto!

marcelo comentado
0
BrunoBRZ

Primeiramente, o estacionamento precisa ser aprimorado e muito. A questão de vagas, assim como já está sendo feito em outros shoppings, precisa ser iluminada na cor vermelha quando está ocupada e, quando livre, verde. Pensando mais além, porque não uma espécie de trilho magnético, onde o motorista deixaria seu carro em um guichê, sem pagar nada por isso ou, no máximo, um valor simbólico, e este trilho levaria até as vagas livres? Na volta, é só acionar o guichê e o carro voltaria onde ele foi deixado.

Podemos citar também a questão das praças de alimentação. A opção de fazer o pedido pelo celular ou alguma outra máquina (computador) seria ótima. Também já é difundido esse método no exterior há muito tempo. Por que não trazer para os shoppings do Brasil também?

Já nas lojas, como havia antigamente e hoje não mais, poderia voltar aquelas máquinas da qual você conseguia fazer o pagamento da fatura ou, assim como algumas lojas já têm, fazer a compra por ali mesmo. Para os apressados, ótimo, para os que estão apenas passeando, no próprio caixa tradicional.

A questão de segurança é a mais importante, sem dúvidas. Há câmeras pelos shopping, mas há pessoas treinadas para identificarem um ato criminoso antes de acontecer? Uma ferramente para isso, apesar de complexa, seria colocar nas entradas de todo shopping uma máquina que, sem muita delonga, rápida e eficientemente tirasse uma foto do rosto da pessoa e pegaria sua digital. Nada mais que 10 segundos. Assim teriam total acesso à todas as pessoas que estão no shopping, quem entrou ou saiu, e quem ainda não saiu, mesmo após o fechamento do shopping. Câmeras de alto desempenho analisariam, junto com as informações obtidas pela máquina na entrada do shopping, a movimentação de todos.

No demais, o que me vem a mente, é apenas isso. Não acredito que muitas dessas coisas irão acontecer até 2025, mas quem sabe?

Step-9 comentado
2
Estevao

Acredito que para pensarmos no futuro das compras é preciso não só avaliar questões tecnológicas, mas fatores que de fato interferem nas decisões do consumidor e que de certa forma, fogem do controle organizacional (pelo menos em parte), como políticas, leis e por ai vai. Nesta linha, algo que tem me chamada atenção e que coletei observando um registro na fanpage do Passeio das Águas que é um dos shoppings da Sonae Sierra e está localizado em Goiânia refere-se a segurança dentro do shopping. Sabemos das falhas das políticas públicas, mas acredito que o primeiro ponto a ser trabalhado visando o shopping do futuro trata-se de um sistema eficiente e eficaz de segurança. Isso permitirá uma melhora significativa na experiência dos shoppers e impactará na competitividade e posicionamento dos shoppings que sairem na frente.

Saindo de uma visão macroambiental e pensando especificamente no consumidor, retomo parte da conversa e foco da discussão da pergunta anterior. Sabe-se que o futuro é mobile e que essa mobilidade tem mudado e interferido de forma significativa o compartamento e todo o processo de decisão de compra e os shoppings assim como outras organizações precisam atuar de forma significativa através dessa plataforma. Segundo o Google “as marcas não estão acompanhando essa transformação. O investimento em mobile ainda é de apenas 5%”.

Para finalizar, vou contar uma “historinha”…

“No futuro, quero as marcas me conheçam tão bem, que de fato antecipem minhas necessidades e desejos de consumo pessoais e que através do varejo automaticamente me tragam uma comparação de preço, qualidade e marcas (mais consumidas) e uma breve avaliação de quem já comprou e faça parte dos meus contatos, evitando uma procura intensa e cansativa. Como o sistema já sabe o que eu preciso ele também disponibilizará tutoriais e dicas de uso, consumo, aplicação etc. Ao chegar ao PDV, ao invés de ser atendido por um simples vendedor, serei atendido por um consultor especializado, que indicará algo que realmente satisfará a minha necessidade. (algumas empresas tem percebido essa necessidade, no entanto, precisam melhorar muito! Por mais absurdo que seja, bom atendimento ainda é luxo). Esse momento de compra será bem tranquilo e prazeroso, pois não precisarei preocupar com meu veiculo no estacionamento, pois a saída não dependera de um simples ticket, os dados do carro estarão atrelados a minha “conta” no shopping. Para saída um código de segurança será gerado e enviado para o meu número de celular cadastro liberando a retirada do veículo. (Obs. Essa dica para o estacionamento trata-se apenas de uma suposição, pois sou leigo nessa questão tecnológica. O objetivo é instigar uma mudança no sistema existente e para isso fiz uma breve análise de um cenário análogo (setor bancário) que desenvolvem uma série de mecanismos de segurança para o sistema de pagamento bancário online e que neste caso, possui a mesma preocupação e problema)”.

Step-9 comentado
0
palmieri bruno

Para mim o prazer de ir ao Shopping é extamente o de ver as peças e as lojas pessoalmente. Não concordo em fazer compras pelo celular..pra isso posso fazer em casa..não preciso ir ao shopping.

palmieri bruno respondeu
1
Roberta Brito

Bom dia, independente da forma como comprar no Shopping,  é importante pensar na segurança. Atualmente, os shoppings nao estão seguros, de repente, voce pode ser abordado, ou acontece uma situação inusitada.

Enfim, um aplicativo que pudesse dispor ao usuário medidas de segurança dentro do shopping, informando portas de emergencia, contato com a segurança para avisar uma situação. Claro, isso deveria ser controlado para evitar chamadas anonimas e inconsequentes.

Espero ter colaborado.

Roberta Brito

Roberta Brito respondeu
7
Caique Oliveira

Eu adoro a ideia de comprar dentro do shopping com o celular. Um supermercado fez durante um tempo uma prateleira virtual: era um adesivo com os produtos em oferta, onde cada um tinha um QR code. Bastava o cliente escanear um produto e comprar virtualmente. Eles entregavam o produto em casa.

Acho que isso poderia estar no shopping com os produtos em oferta de todas as lojas!

Attachments

shop-qr-code.jpg
rivakran comentado
×

Entre

Estatísticas de perguntas

  • Ativo
  • Visualizações17286 vezes
  • Respostas27 respostas
  • Seguidores0 followers
Question and answer is powered by AnsPress.io

Entre para nossa rede de inovação!

Para colaborar nos desafios do Step-9 você
precisa possuir uma conta.

Entrar
Ainda não possui conta? Cadastre-se

×